sob o céu de Barbalha
Do sertão, a firmeza serena da terra quente. Do litoral, o sopro do mar que acalma e refresca.
Desse instante compartilhado, nasceu a eternidade que celebramos aqui.
sob o céu de Barbalha
Do sertão, a firmeza serena da terra quente. Do litoral, o sopro do mar que acalma e refresca.
Desse instante compartilhado, nasceu a eternidade que celebramos aqui.
As histórias de amor acontecem no espaço de um microssegundo e, às vezes, nem percebemos quanto tempo já caminhamos lado a lado. Entre nós, o passar das horas corre como o leito de um rio. A cada dia reacendemos a lembrança do porquê chegamos até aqui, guiados por algo que antecede a própria memória.
Agora, é como se o tempo, enfim, inclinasse sua cabeça para nos anunciar que chegou o momento de anunciarmos ao mundo o nosso amor.
Bordamos cada detalhe com muita dedicação, para que quando vocês, nossos amigos e amores, se reunirem ao nosso redor, possamos celebrar não apenas um dia, mas toda a eternidade que começou silenciosamente no instante em que nos reconhecemos.
No sul do meu Ceará, o meu Cariri querido
Mãe enterrou meu umbigo nas terras desse lugar
Motivo pra me orgulhar, do DNA da gente
Que o sangue irriga a semente da cultura popular
Vejo as ruas do Juazeiro, transbordando em alegria
É a maior romaria do Nordeste Brasileiro
Nas trovas do violeiro a voz que canta e encanta
Saúda a padroeira santa, Padre Cícero e os romeiros
Tem reisados, zabumbeiros, bandas cabaçais se expondo
Do Horto se escuta o estrondo, é show dos bacamarteiros
Tem vaquejada e vaqueiros, derrubando boi na pista
Tem versos, tem repentistas, com seu repente ligeiro
Tem o canto das lapinhas, com seus trajes tão galantes
Dando brilho em nossas ruas, com seu desfile elegante
Tem o nosso artesão nato, com a sutileza no tato
Esculpindo seu retrato, numa mágica hilariante
Em nossa linda Barbalha, os homens carregam o pau
E cenário nacional, é festa de Santo Antônio
E um pau de poder medonho, pra solteirona sentar
Se esfregar pra lá e pra cá, desencalha o matrimonio
E o nosso Cratinho de Açúcar, com suas nascentes belas
Que em forma de aquarela, banha o rosto da princesa
Contemplando essa beleza, o banhista mergulhando
É água limpa jorrando, dos olhos na natureza.
Meu CRAJUBAR, de Anchieta Pereira (pai da noiva Maria Clara)
Aos nossos queridos convidados, pedimos carinho e atenção às observações abaixo:
CONFIRME SUA PRESENÇA COM ANTECEDÊNCIA, estamos fazendo tudo cuidadosamente pensando em cada um que estará conosco nesse momento. Caso não possa comparecer, também é muito importante nos avisar com antecedência. Sabemos que todos estarão conosco de coração.
SEJA PONTUAL, nossa cerimônia será o momento mais simbólico e importante para nós. Chegue com antecedência, sinta e contribua com a energia do lugar, faça um oração (da sua maneira e na sua fé, toda energia boa é bem-vinda) por nós e nos aguarde com um sorriso no rosto. Seremos pontuais, às 16h nossa cerimônia será iniciada.
DIVIRTA-SE MUITO! Será um dia de celebrar a vida e o amor, o amor de todas as formas e cores. Não poupem sorrisos e abraços.
NÃO SAIA SEM SE DESPEDIR DAS NOIVAS, nós queremos agradecer a presença de todos pessoalmente.
No Cariri, lugar onde o tempo se repete como lembrança, o Engenho Tupinambá permanece de pé. Tijolo antigo, terra quente, vento que conhece os nomes de quem passa.
Em 25 de julho de 2026, às 16h, na sombra da timbaúba centenária, tudo estará no mesmo lugar. Exceto o tempo, que naquele instante escolherá recomeçar.
Depois do sim, subiremos poucos passos até o lounge do Engenho Tupinambá, encostado nos tijolos que guardam o tempo.
Ali, o dia encontrará a noite, dando boas vindas à nossa celebração.
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